quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Amor Proibido

E se vai a lua tão de repente
Leva a luz dessa lembrança
De um amor proibido que não se cansa...
Não ouso sequer descobrir tua presença em mim
Com medo de nunca sentir o cheiro desse jasmim
Trago um beijo roubado de algum lugar do passado
Que chore o canto de um desejo escondido
Que passe o pranto desse amor não vivido
Hei de calar contigo aquilo que não foi concebido
E vem a lua de mais um encontro
E vem a noite de mais um encanto
E se vai a lua tão de repente
Leva a luz dessa lembrança
De um amor proibido que não se cansa...

karlab

TEMPO DE DOR...

Com dor em todo corpo grito o medo transformado, que se esguia no clamor intrigante de uma incerteza afim.Não busco a clareza do lugar, mas a travessia dos caminhos que levarão a felicidade de alma . Essa dor constante , esconde um amor infinitamente maior do que hei de entender, enquanto não se apresenta se lança ; em cada parte doi a insegurança de todos os tempos, a temperança da procura por uma época que parece não chegar nunca. Enquanto se traça as respostas, continuarei falando com meu corpo que se contempla com a melhor parte do sofrimento, a mudança contínua de quem ousa uma sensatez tremendamente diferente, pela simples e grandiosa vida fora das mesmices,mas dentro das inquietudes daquilo que chamamos SER....
Karlab

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Nada sei sobre saudade
Ímpeto de lágrima
Derramada em sonhos
de notas musicais

Nada sei dessa falta que escorre
Teu cheiro em pensamento
Lembranças adormecidas
Que o tempo não volta mais...

Quero aprender nesse ingrato olhar
Ingerir a presença mesmo que ausente
Sentir teu corpo desnudo
Mesmo que inexistente

Quero aprender nessa longa espera
Acalentar solitário gozo
De tristeza cantar em sinfonia
De alegria chorar minha agonia

Nada sei dessa louca saudade
Desarmonia de compassos
Por um beijo guardado
Nunca encontrado

Quero aprender então
de um adeus não mais contar
Aprender a meu pranto calar
Sorrindo a espera de um tempo que vai chegar...

Karlab

sábado, 29 de setembro de 2007

Burburinho


... foi pelos olhos teus que por um instante tudo parou... silencio que ecoou burburinho afora,meu corpo tremeu com o singelo e inebriante, daquele azul, que nunca mais esqueci...
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PSF ARARIBA

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quinta-feira, 27 de setembro de 2007

Ausência

Parte de mim se fez em lágrima de uma ausência inquietante que não quer calar. Espero anoitecer e em ímpeto silêncio esbravejar teu grito em meu pensamento... Essência de minha alma que submersa em sonhos,de poemas soltos se fez ao teu lado um novo encontro!!!

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Livraria Cultura

Tem o cheiro de milhões de palavras que voam e entram em nós com a arte da cultura , do saber , da imaginação , da poesia e prosa, tem o cheiro de varias notas musicais , com tb muita musica q embala nossa alma , com o som de infinitas melodias, tem o cheiro de crianças brincando de aprender, imaginando seua castelinhos , para conntrui-los em futuro... tem cheiro de café!!! Ah um bom cafezinho ...m cafezinho ao som de tantas palavras , de tanta arte no ar, delicia!!! ADORO A LIVRARIA CULTURA. e ponto final.